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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Spot Preview 2012


Cliente: Mais Vídeo e Cinema
Edição e Finalização:  Vitor Maccari

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Deambulando



 





terça-feira, 27 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Imagem Cidade





IMAGEM/CIDADE: multiplicidade e reprodutibilidade 
em pontos de reflexão


“A questão do tipo de cidade que desejamos é inseparável da
questão do tipo de pessoas que desejamos nos tornar.
A liberdade de fazer e refazer a nós mesmos e a nossas cidades dessa
maneira é, sustento, um dos mais preciosos de todos os direitos humanos.”
David Harvey


O início do século XX ainda carregava a crença no sucesso do capitalismo aliados a tecnologia e industrialização. A famosa Carta de Atenas de 1933, um projeto mundial redigida por Le Corbusier (1887-1965), apontava como deveria ser a cidade moderna. Novas direções para pensar a Arquitetura e o Urbanismo conduziram o sonho dos jovens construtores Modernos, com base em preceitos de “desenvolvimento” e circulação nas cidades, que visavam: habitar, trabalhar e recrear-se. Estava então formado o perfil e o modo de vida dos cidadãos dos dias atuais, que já previa até mesmo qual seria o objeto de desejo desse cidadão: um carro.
O volume de carros nas ruas, o espaço reduzido para pedestres, a aceleração do ritmo da cidade, a degradação ambiental e a ausência de espaços de convívio e lazer, são resultados de um plano que previa, acima de tudo, desenvolvimento e circulação. Assim, como paisagem de cidade optamos por viadutos, túneis, vias de retorno, semáforos, placas de sinalização, estacionamentos, alertas de atenção...Viver na cidade passou a ser um risco, e não possuir um carro parece ser um status de fracasso, pois fazer parte do fluxo tornou-se fundamental.

Muitas vezes sem termos a noção que paisagem é uma construção cultural, eximimo-nos do direito de participar do pensamento sobre a cidade, e, nesta lógica, ignoramos o fato de poder opinar. Abrimos mão do escolher como viver a cidade, e, assim, deixamos de inventá-la dia após dia. Fazendo uso do direito à liberdade de ver, pensar, expor o nosso ponto de vista sob a perspectiva do sujeito urbano, que circula, trabalha e vive a cidade, é que imagens cheias de experiência foram produzidas para essa mostra.

Sendo arte, são imagens carregadas da complexidade da trama que tece o viver e procuram oferecer através da presente exposição uma possibilidade de crítica e de resistência ao mundo atual. Sonhar com uma outra cidade é mais do que nunca uma questão de sobrevivência. Revigorar o uso da utopia através da arte talvez nos ofereça uma resposta ou, quem sabe, nos proporcione mais esperança.

Sem pretender mudar o mundo, mas reagindo a ele, esse grupo tenta dar visibilidade às questões já banalizadas pelo viver urbano, abrindo uma fenda breve, uma nova imagem. São múltiplas as formas de acessar esse imaginário da cidade, tal o modo rizomático em que ela se “organiza”, para isso decidimos que também seria relevante tornar múltipla a forma de acesso a essa produção. Propomos, então, uma edição que cria uma experiência entre trabalho artístico e público, que vai para além da exposição em galeria, através da reprodutibilidade dessas imagens. Cada trabalho aqui exposto foi reproduzido para ser levado e colecionado pelo público e, assim, criar onde todos vivemos uma demarcação crítica, um ponto de reflexão.



Helene Sacco

Doutoranda do PPGAV/UFRGS











terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Diário de Percurso



Múltiplo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Aniversário Manentti 2011





Cliente: Supermercados Manentti
Direção: Vagner Vieira
Motion Effects: Vitor Maccari e Vagner Vieira
Agência: Gt América




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Intervenção







    Com o apoio do Grupo Aragão, foi veiculado do dia 14 a 16 nas tvs dos terminais e da UNESC, esta intervenção produzida para a exposição “Reinventando a realidade urbana de Criciúma” no Espaço Cultural Unesc "Toque de Arte".